4.9.07

I Might be wrong

Surpresa? Ou então não!

3.9.07

1/4 de século

21.8.07

Evening

- Where’s Harris?
- Mom? Who’s Harris, mom?
- Harris was my first mistake.
- Do you remember your first mistake?
- You were dreaming. That’s all.
- Your First mistake is like your first kiss. You never forget it.
[…]

- There’s no such thing as a mistake. You get nervous, but you sing anyway. I’m just gonna sleep for a moment now.



(MINOT,Susan. CUNNINGHAM, Michael. 2007. Evening - Screenplay. USA:Hart-Sharp Entertainment)

9.8.07

"In Repeat", in repeat

"Can you wait there for so long
Can you be there if I fall
Can you fall and stay strong
Can you dry your eyes and laugh
Can you show me your heart once more
Can you breath a new life now
Can I freeze this moment with you
Can my hand fix your heart and you
Did you ever touch the ground

Can we sing `out of time` in repeat, and look both of us underneath
or forget and reset
Cause the beat will change your life, and the sweat will turn you on, and your veins will shine outside."

(The Gift. In Repeat, 2007)
Can't stop listening!

6.8.07

Posso ter férias das "férias"?

4.8.07

Explodir


Hoje apetecia.
... e ficar a ver as palavras soltas assentarem.

3.8.07

Desafio da página 161

"Cada uma delas adora com especial veemência a autoconfiança desembaraçada e afável de Julia, os dias ilimitados que tem pela frente."


(CUNNINGHAM, Michael (2003). As Horas. Lisboa:Gradiva)

Eis as regras do desafio:
1. Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Colocar a frase no blog
5. Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
6. Passar o desafio a cinco pessoas.
(Tks, lunejaune. Apropriei-me.)

7. Ao "leitor"/comentador, mais ou menos fiel, mais ou menos ocasional (esta fui eu que acrescentei!) - que faça o mesmo.

1.8.07

Que um dia a história ---




Cansado dos sorrisos ensaiados e do artifício pensado das gentes que, ali, passeavam a roupa de ocasião empunhando os seus copos de espumante colorido com essas bagas silvestres congeladas que já poveiam os supermercados, reagrupou toscamente os pedaços de janela sobre as incisões da pedra.
Os olhos de porcelana a se despedir do ontem, como decidira, e os indícios do consumo, aqui e ali. O contador, nos grãos das vagens – ou era ao contrário? Os novelos cercariam-nas, entretanto, a jeito de forte medieval improvisado, quais leucócitos – assim ficamos imunes, certo?

A resposta contida

- Oh… está tão bonito, hoje...
- Isso é porque não me vê nos outros dias! ;)

2.7.07

Até já

And if you feel a little left behind
I will see you on the other side
(Okereke, Kele. Banquet. Silent Alarm)

Somewhere else




Colhidos os silêncios, partiu em busca das horas ruidosas da pequena grande cidade.

29.6.07

Para ilustrar o quê?


Não. Esta não é umas dessas flores de papel. Nem mesmo das que povoam geometrias decalcadas.
É uma das outras.(nunca são as preferidas de ninguém por isso resolvi fazê-las as minhas. Sim, essas... les autres.)

Daquelas… amputadas de suas raízes e postas ao ver.
Já não acordo cedo para encontrar por acaso – novas horas mortas e o sono que já não se tem. (é a isto que chamam o cansaço? Ou será que está tudo ao contrário, como naquela canção?)
O chocolate provado mas deixado por acabar de comer. Os chocolates comem-se?
Uma imagem desfragmentada da tabacaria de um outro Pessoa.
Foi para um trabalho… sim! Agora lembro-me, de entre as caixas de lãs encontrei-o.
A crueza das outras imagens encadeadas. A expectância. Não gostei!
Talvez pela fronteira a giz vermelho que desenhei e que a chuva tende a lavar. Não gostas de chuva? I do… Temos pena. Ainda assim trai-nos sempre, não é?
A festa de gentes desconhecidas e emprestadas por outrem.
A música, ao fundo, repetitiva e o silêncio - sim!
O silêncio ensurdecedor das ilhas.


Novelo Branco à sombra. Pele molhada no calhau.

With us? It's never off the table...

20.6.07

18

Após um ano de (muito) trabalho. Sequinho e sem direito a casa decimal.

4.6.07

Edit me



No silêncio das ilhas, descolorei toda a pele a fim de a oferecer a jeito de mensagem subliminar no formato de livro de colorir. Quanto ao umbigo… tenho de pensar no caso!
A expectância dos cheiros que desaparecem é ensurdecedora e desconcentra-me o trabalho.

3.6.07

Tangerine

Still got your taste in my mouth.

29.5.07

Pete's Anatomy

“Meu coração não se cansa
De ter esperança
De um dia ser tudo o que quer (…)”
(Caetano Veloso)

Um estágio diferente da série televisiva que lhe dá nome. Semana das Expressões. Caniço. Esboço. Pintura. Segredo. Caixa. Pincel. Plástico aderente. Mimos ou brincos de princesa. Tinta. Rosa Carne. Pedaços de ti. Anatomia de um coração emprestado. Ilustração Científica. Missanga. Transparente. O que está, mas não se vê. Caixa. Riscas. A ganga que já era pintada, antes da pintura. I am not an acrobat, I cannot perform these tricks for you, no iPod. As conversas que finjo não pescar e a minha resposta torta. Fim de mais um dia de trabalho.

25.5.07

Surprise Goodbye Party



10 Horas. Toque da campainha. Chave que “não precisa” aparecer. Porta da sala aparentemente fechada. A turma toda sentada. Salva de palmas. Professores “ditos estagiários” surpreendidos. Surpresa continua. Sorrisos q.b. Assobios. Palmas continuam. Mensagens no quadro. Lanche nas nossas mesas. Fotografias. Obrigado e um até já.

23.5.07

Habitar


No apartamento emprestado, vazio de outras gentes, um abraço provocado pela vontade de tocar ou pela sofreguidão da carne que se quis (in?)oportuna, encheu esse teu dito espaço protegido com paredes caiadas a vermelho de casas antigas. É a pele das casas que se quiseram em extinção e os bebés que se queriam até acidentais.

Habitar, a jeito do negro corvo que colecta brilhos no ninho.


De dia, actualizaria esses jornais públicos semeados de nossas mensagens subliminares e à noite comeria tangerina, sofregamente, e com a ajuda das mãos.

Deixaria a promessa de acordar mais cedo para te encontrar, por acaso, oh concha. Começaria a ensaiar o mais fake-surpreso sorriso de sempre.

22.5.07

Café




Sábado. Café. Riso atrapalhado. Toque nas pernas. Colegas esquecidas. O barulho do mar. O carro trancado. Mais risos, agora menos atrapalhados. Parte de alguma coisa, numa cor qualquer. A tensão. Mais toque. A viagem. Um túnel. Outro túnel… seria outro? Perco-me. Encontro-me(-te?) na casa. Sofá. Roupa. A televisão que ilumina, mas não se vê. Mais tensão. Lábios. O jogo do "não fui eu, foste tu". Mais roupa, menos roupa (sem roupa?). Os beijos que se evitam e os que não. O relógio (faz-se tarde!). A chegada de familiares. Um até já – para mais uma ida “ao café”?