9.7.09

my wicked tongue II

quando as histórias são, já, em demasia, os novelos multiplicam-se e a língua afia-se - como aliás se quer - e nela vislumbram-se flores naquele azul.

19 comentários:

Isa disse...

E, quando a língua surge bem afiada,as hitórias escassam e os novelos desenrolam-se...

Alexandra Monteiro disse...

Muitos novelos se têm formado pelo facto da minha língua se ter afiado...

Pedro_Berenguer disse...

Olá Alexandra. Somos dois :X

Pedro Bastos disse...

Vibrei com esta imagem.

zeh disse...

Se as línguas afiadas produzissem flores como estas, de certeza que não eram tão mal vistas como o são hoje em dia... :)

Alexandra Monteiro disse...

E a minha língua há-de continuar bem afiada,gosto dela assim!E aqueles que não acreditavam em mim,por muito que agora queiram mostrar o contrário,não têm o meu «perdão»,hão-de continuar na deles e eu na minha!Só há uma pessoa que merece a minha amizade,alguém que nunca me abandonou em momento algum e que nunca me trocou por quem quer que fosse!
Bom fim de semana
Bj grande


PS:Mudei de sector,mas pode contar sempre comigo,no que estiver ao meu alcance!

Pedro_Berenguer disse...

:) Obrigado! :)

Bom fim-de-semana, Alexandra.

Isa disse...

Lamento este tipo de situações !

Pedro:Devo ir á Madeira no fim de semana de 5 de Setembro!:)))))

Alexandra::( As coisas vão melhorar em breve.

Um beijo grande aos dois

Pedro_Berenguer disse...

:O Elah! :D Vou conhecer o rebento!

Le Inrockuptible disse...

pronunciação distinta: há palavras como pensamento que tocam a pele sob o efeito de dias, que se arredondam no contacto da ficção sob a forma sonora de desejo, que se dizem perdidamente azul virtual na anterioridade que não é.

(não poderia pensar numa estampa mais singular e ilustrativa para o que sempre se procurou dar a pensar e a escutar sob o sintagma «cortex exorbitante»)

Lourdes disse...

A exposição ainda não foi inaugurada?

Pedro_Berenguer disse...

Olá Lourdes! :)

Ainda não... será na Biblioteca e não na Casa da Cultura de Câmara de Lobos e haverá leilão dos trabalhos ao que me foi dito. Confesso que já não me recordo da data... isto foi uma semana de loucos para mim. Logo que saiba, publico, aqui a informação.

Fico contente pelo interesse que demonstra.

Continuação de bom fim-de-semana

Lourdes disse...

Obrigada!

Isa disse...

Isto porque,por vezes,nossos olhos cegam perante uma «estrela»,que em nosso entender,é aquela que mais luz irradia e acabamos por esquecer todas as outras que nos parecem desnecessárias.Mais grave,«abandonamos» aquela ESTRELA que foi,é e será a que realmente,aparentemente,sem qualquer brilho,mais brilha para nós!
A estrela que mais luz irradia não é aquela que de vez em quando se apaga ou se ilumina,nâo é aquela que vai e vem com facilidade,mas sim aquela que se vai apagando aos poucos e um dia se apaga de vez.Claro que fica a MARCA, mas ESSA ESTRELA nunca mais volta a brilhar,porque ELA era a verdadeira e que SE perdeu por tanto brilhar e sentir que esse brilho não foi reconhecido nem retribuido.E assim se perde uma ESTRELA...

ηatalie αfonseca disse...

Eu cá acho que há línguas demasiado afiadas! :P

Gosto muito do desenho (se é qu eo posso chamar assim)!

Artelam disse...

Não há como ignorar coisas mesquinhas e sem qualquer significado!


A imagem é muito interessante!!!!

Pedro_Berenguer disse...

Hey Miss Nat. ;) Tks. Podes chamar desenho, sim senhora... é realmente desenho vectorial. ;)

Hey Art. Obrigado. :)

efervescente disse...

há flora mesmo nos cenários mais inóspitos...

Quem quererá a "fauna humana" nesse acto artificial de transportar pólen?

Prefiro antes a anemofilia das palavras para um jardim cada vez mais belo...

Pedro_Berenguer disse...

:)